Marmara antecipa “apagão logístico” e aposta em projetos estratégicos em Arujá para suprir déficit de oferta dos próximos anos
Enquanto o mercado de galpões logísticos registra recordes de entrega, um novo levantamento do portal Metro Quadrado aponta para um cenário desafiador: o déficit de espaço pode atingir 500 mil m² nos próximos anos. Veja a matéria Acredite se quiser: ainda vai faltar galpão em 2026
Atenta a esse movimento, a MARMARA re consolida sua tese de investimento na região de Arujá, posicionando ativos que devem chegar ao mercado no auge da demanda reprimida.
O fenômeno, descrito como um futuro “colapso de oferta”, é resultado de uma velocidade de absorção que hoje atropela a capacidade produtiva das construtoras. O desenvolvimento imobiliário logístico de alto padrão exige um ciclo longo, e a posse de terrenos com projetos já aprovados torna-se o principal diferencial competitivo para não perder a janela de oportunidade que se fecha nos próximos 3 anos.
“Olhar estratégico é olhar de longo prazo. Quem está entregando hoje, começou a se preparar anos atrás. Nossos projetos em Arujá foram planejados para encontrar o mercado no momento exato em que o estoque atual e a vacância forem exauridos”, afirma a Adriano Theodoro
A pressão sobre a oferta já reflete nos preços. Diante da escassez crítica citada pela matéria do Metro Quadrado, a expectativa é que os valores de locação na região de Arujá superem o patamar de R$ 36/m² ainda até o final de 2026. Projeções indicam que essa curva de valorização manterá uma inclinação superior aos índices de inflação e aos custos de construção nos próximos anos.
Para investidores e players do setor, o cenário desenhado pela Marmara aponta para um ganho patrimonial significativo. A antecipação na garantia de terrenos e aprovações permite capturar um spread de valorização robusto em relação ao custo de desenvolvimento, garantindo rentabilidade em um dos momentos mais aquecidos da história do setor logístico brasileiro.